{Resenha} O Beijo do Vencedor

quarta-feira, 10 de maio de 2017

{Resenha} O Beijo do Vencedor

Sinopse


"A guerra começou. Arin está à frente dela com novos aliados e o império como inimigo. Embora tenha convencido a si mesmo de que não ama mais Kestrel, Arin ainda não a esqueceu. Mas também não consegue esquecer como ela se tornou o tipo de pessoa que ele despreza. A princesa se importava mais com o império do que com a vida de pessoas inocentes – e, sem dúvida, menos ainda com ele. Pelo menos é o que Arin pensa. Enquanto isso, no gélido norte, Kestrel é prisioneira em um campo de trabalhos forçados. Ela deseja desesperadamente escapar. Deseja que Arin saiba o que sacrificou por ele. E deseja fazer com que o império pague pelo que fizeram a ela. Mas ninguém consegue o que quer apenas desejando. Conforme a guerra se intensifica, Kestrel e Arin descobrem que o mundo já não é mais o mesmo. O oriente está contra o ocidente, e os dois se encontram no meio de tudo isso. Com tanto a perder, é possível alguém realmente ser o vencedor? Numa narrativa tão empolgante quanto sensível, a difícil paixão entre Kestrel e Arin alcança um novo patamar. O beijo do vencedor é o grande final da Trilogia do Vencedor."
O Que Achei
"Você não precisa ter talento com uma espada. Você é sua própria arma."
O Beijo do Vencedor é a terceira e última parte da Trilogia do Vencedor, obra escrita pelas mãos de Marie Rutkoski. Configurando a conclusão épica da história de amor de Arin e Kestrel. Um conto atravessado pelas complicações da guerra, do dever e da lealdade. O mundo criado aqui é envolvente e imersivo. Ao contrário da maioria dessas histórias, a batalha pelo poder não é refletida unicamente no derramamento de sangue subsequente, mas, principalmente, pela horda de complexidade que envolve seus personagens.

{Resenha} Proibido

segunda-feira, 8 de maio de 2017

{Resenha} Proibido
Sinopse
“Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis. Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes. Eles são irmão e irmã.”
O Que Achei
É muito difícil pra mim estar aqui agora fazendo essa resenha, por vários motivos. Esse é um dos meus livros preferidos, é o meu “Uma Aflição Imperial”*, eu não queria ter que dividi-lo com ninguém, e até confesso ter ficado um pouco nervosa cquando soube que ele seria lançado no Brasil. Egoísmo? Talvez. Por isso me propus a passar por cima disso e escrever essa resenha. Ele é um livro lindo e sensível, mas extremamente polêmico, e é esse o outro motivo que me fez ponderar muito antes de recomendá-lo. Nem todos vão entendê-lo, muitos vão julgá-lo, mas o pior, eu tenho medo que ele se torne só mais um livro, uma modinha e perca sua profundidade e seu real significado. Mas não vamos ficar aqui na lamentação.