{Resenha} Maré Congelada

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Contém spoilers dos livros anteriores

"As disputas pela Tétrade, quatro cristais mágicos capazes de conferir poderes inimagináveis a quem os encontrar, continuam. Amara roubou o cristal da água, Jonas conseguiu o da terra, Felix enganou os rebeldes para ficar com o cristal do ar, e Lucia está com o do fogo. Mas nem todos sabem como ativar a magia da Tétrade, e apenas a princesa feiticeira conquistou poder até agora, aliando-se ao deus do fogo que libertou de seu cristal. Gaius, o Rei Sanguinário, também não desistiu de encontrar os cristais. Ele está mais sedento por poder do que nunca, especialmente agora que não conta mais com a ajuda da imortal Melenia nem com o apoio de Magnus, o herdeiro que o traiu para poupar a vida da princesa Cleo. Para conquistar todo o mundo conhecido, Gaius resolve atravessar o mar gelado até Kraeshia, e tentar um acordo com o imperador perverso de lá. No caminho, o rei vai encontrar muitas dificuldades e inimigos, como Amara, princesa de Kraeshia, que tem seus próprios planos para conquistar o poder."
Depois dos acontecimentos de Ascensão das Trevas, seguimos com nossos personagens por mais problemas e aventuras em Mítica.

Com Ashur agora morto, e o cristal da água em mãos, Amara segue em direção à Kraeshia, disposta a tudo para concluir seus objetivos. Mas ela não esperava que o Rei Gaius também estivesse em direção ao seu reino, juntamente com Felix, o que poderia complicar um pouco as coisas.

Esse lado da história de Amara é bem interessante e mostra a força que as mulheres têm mesmo quando subjugadas. Kraeshia é um império totalmente machista, a família de Amara a despreza, com exceção de sua vó e do falecido Ashur. Então, algumas ações da princesa de Kraeshia são compreensíveis, mas não justificáveis. Ela sabe bem usar qualquer situação a seu favor. É extremamente ardilosa, e até mesmo quando se vê na obrigação de se casar com o rei, ela consegue contornar tudo pra seu benefício.

{Resenha} Rio de Tinta

quarta-feira, 26 de abril de 2017



"A roseira que cresce na beirada do rio e o barulho de um corpo batendo contra a água, muitos metros abaixo da pon¬te, assombram seus pensamentos durante a noite. Entre flashbacks, psicólogos, desenhos deixados para trás e uma morte ocorrida em circunstâncias misteriosas, Ally Clouds começa a descobrir quem ela realmente é e qual das pessoas ao seu redor está mentindo. A Nova Zelândia é encantadora, cheia de magia e de pessoas de bom coração; ninguém jamais suspeitaria de nada acon¬tecendo por ali. Ninguém a não ser Michael Orhan. Ele sabe que há algo errado com a vida de Ally, e, mesmo contra a vontade dela, aproxima-se novamente depois de ela passar oito meses estudando em casa, devido a acontecimentos desafortunados. A mística casinha depois da ponte que passa logo acima do rio torna-se o único refúgio dos dois. Sem perceber, acabam sendo arrastados para dentro de algo ainda mais profundo do que o esperado. Ela não sabia que a proximidade de Michael traria graves revelações a ponto de ter de repensar sua vida. Do pior jeito possível, ela aprende que as pessoas nem sempre são o que parecem, e que as suas feridas jamais cicatrizariam completamente."
"Ela é um mundo inteiro e nem se dá conta." -Michael
Sabe, depois de ler várias resenhas de Rio de Tinta, eu já estava para lá de curiosa sobre esse livro. Não apenas por ser tratar de uma autora nacional de apenas 17 anos, mas, principalmente, porque ela assina um gênero que é o meu favorito: a fantasia jovem-adulto.

Quando um incidente estranho, ocorrido na escola, obriga Ally Clouds a se afastar, a menina se fecha em um mundo de cores. Para superar o fim de um relacionamento conturbado, a morte da mãe e a relação conflituosa com o pai, Ally está reclusa em um espaço aquarelado, que pode se tornar prejudicial quando se está sozinha.

{Resenha} Ascensão das Trevas

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Contém spoilers dos livros anteriores

"Depois de conquistar Mítica inteira, o rei Gaius ainda não está satisfeito: sua nova missão é encontrar a Tétrade, quatro cristais mágicos perdidos, capazes de conferir poderes indescritíveis a quem os reunir. Para isso, ele conta com os conselhos de Melenia, uma imortal que o visita em seus sonhos e que o instruiu a criar uma estrada ligando todos os reinos. Gaius acredita que está no caminho certo e que Lucia, sua filha adotiva, será a chave para localizar e despertar os cristais. Mas o Rei Sanguinário não é o único que cobiça essa magia milenar: vindos de Kraeshia, um império vizinho muito influente, o príncipe Ashur e a princesa Amara conhecem as lendas de Mítica e desconfiam de que a Tétrade não seja apenas um mito. Logo eles entram na disputa e buscam seus próprios aliados nessa corrida pelo poder. Um período de trevas se abate sobre Mítica, e nesses tempos sombrios Jonas, Cleo, Magnus e Lucia precisam descobrir o quanto antes em quem podem confiar."
Vamos continuar nosso intensivo de resenhas da série “A Queda dos Reinos”? A confusão só aumenta nos arredores de Mítica e envolve cada vez mais gente!

Se passou uma semana desde o ataque dos rebeldes no acampamento, perto das Montanhas Proibidas. Jonas acaba capturado por um grupo de guardas limerianos, mas é salvo por um jovem chamado Felix. Os dois se juntam para tentar salvar os rebeldes que foram presos durante o ataque ao acampamento e serão executados, dentre eles Lysandra que acabou de reencontrar seu irmão nas celas de Auranos.