{Resenha} Scarlet

sexta-feira, 3 de março de 2017

Scarlet

Sinopse
"Scarlet, segundo livro da saga, é inspirado em Chapeuzinho Vermelho e mostra o encontro da heroína ciborgue que dá nome ao romance anterior com uma jovem ruiva que está em busca da avó desaparecida. Em uma trama recheada de ação e aventura, com um toque de sensualidade e ficção científica, Marissa Meyer prende a atenção dos leitores e os deixa ansiosos pelos próximos volumes da série."
O Que Achei
Scarlet é a sequência de Cinder, primeiro livro da série "As Crônicas Lunares" da Marissa Meyer. Pra você não ficar perdido e entender melhor o qqtacoteseno, aconselho a ler a resenha completa de Cinder aqui.

Cinder é uma mistura de distopia, Sailor Moon e Cinderela... Scarlet se junta a tudo isso adicionando o toque da Chapeuzinho Vermelho!

Resumo bem básico de Cinder pra quem não quer ler a resenha (#chatiada):
Cinder é uma mecânica, metade humana, metade robô, uma ciborgue! O mundo todo está tomado pelo surto de uma doença letal chamada Letumose. Cinder é adotada por uma mulher muito má e tem duas irmãs mais novas. Ela conhece o príncipe Kai. Sua irmã caçula acaba pegando letumose. Sua madrasta a manda como cobaia nas pesquisas da cura. Lá Cinder descobre muito mais sobre sua vida. Enquanto isso a rainha Levana, que governa o reino da Lua, quer a todo custo governar a Terra. Os lunares possuem um poder de controle bioenergético, que consegue modificar como você os percebe. A rainha possui esse poder muito mais forte e vai usar todos os recursos possíveis para tomar a Terra. UFA!

E quando eu achava que não tinha como melhorar... BOOM. Um livro melhor, um romance ainda mais apaixonante, outra mulher forte e decidida como protagonista. O que por sinal é um ponto que acho importante: a força das mulheres dessa série. Não importa se pro bem ou pro mal, se protagonistas ou coadjuvantes, as mulheres da série são decididas, empenhadas, fortes, líderes, independentes e não se deixam comandar. São verdadeiras leoas lutando por aquilo que querem, sem depender de ninguém.

{Resenha} Juntando os Pedaços

quarta-feira, 1 de março de 2017


"Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca… mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares. Mas ninguém sabe disso — até o dia em que ele encontra a Libby. Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito."
"O que te identifica?" - Jack
Libby Strout já foi considerada A Adolescente Mais Gorda dos EUA. Depois de um incidente muito desagradável, Libby vai parar no hospital e perde peso. No entanto, ela ainda precisa perder 90 quilos para chegar ao peso ideal, e isso nos traz a primeira questão: ideal para quem? Só que isso é o que Todo-Mundo-Sabe-Sobre-a-Libby. O que quase ninguém sabe é que Libby passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte da mãe. E que depois de um longo tempo, ela se sente disposta para voltar à sua vida normal.
"Nos últimos dois anos e meio, você caminhou dez mil passos por dia. Cada um deles trouxe você aqui." - Libby
Jack Masselin tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer os rostos das pessoas. Imagine viver rodeado de estranhos, e mesmo que o tempo passe, essa gente toda nunca passará de rostos desconhecidos para você. Pois é, Jack vê os olhos, o nariz, a boca... mas uma possível falha em seu cérebro, o impede que consiga juntar tudo isso e gravar na memória. Ele não reconhece sua mãe, seu pai, seus irmãos. Nem mesmo o cara com o cabelo estiloso que o encara de volta no espelho, todas as manhãs. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele... quaisquer características marcantes que o ajude a distinguir seus amigos e familiares.

{Resenha} Todos, nenhum, simplesmente humano

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Todos, Nenhum, Simplesmente Humano

Sinopse
""A primeira coisa que você vai querer saber sobre mim é: sou menino ou menina?” Riley Cavanaugh é um ser humano com muitas características: perspicaz, valente, rebelde e… gênero fluido. Em alguns dias, se identifica mais como um menino, em outros, mais como uma menina. Em outros, ainda, como um pouco dos dois. Mas o fato é que quase ninguém sabe disso. Depois de sofrer bullying e viver experiências frustrantes em uma escola católica, Riley tem a oportunidade de recomeçar em um novo colégio. Assim, para evitar olhares curiosos na nova escola, Riley tenta se vestir da forma mais andrógina possível. Porém, logo de cara recebe o rótulo de aquilo. Quando está prestes a explodir de angústia, decide criar um blog. Dessa forma, Riley dá vazão a tudo que tem reprimido sob o pseudônimo Alix."
O que achei
Discutir sobre identidade de gênero ainda é um grande tabu na sociedade, mas a cada dia surgem mais obras que abordam essa temática, demonstrando que o mundo não é binário como nos fizeram acreditar por tanto tempo. Em seu livro de estreia, Jeff Garvin aborda de forma delicada e real a questão da fluidez de gênero, com uma narrativa genial que consegue retratar um personagem muito humano, não atrelado aos rótulos de gênero.

Gênero fluido ou genderfluid: pessoa que se identifica gênero fluido é aquela que não pertence exclusivamente a um único gênero (modelo binário). Às vezes se identifica com o feminino, outras vezes com o masculino, e outras, ainda, com uma combinação de ambos ou nenhum.