{Resenha} Perdida

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...
Confesso que, quando li, eu tinha um certo preconceito com livros brasileiros, mas, depois de Perdida, meu mundo mudou. Esse livro me surpreendeu, e muito! Eu sei que foi um forte preconceito literário, mas eu não esperava uma história tão boa assim, devido a experiências passadas nada positivas. Estou muito feliz de ver o mercado literário brasileiro com portas abertas para uma literatura mais jovem. 

Às vezes, o vilão do seu conto de fadas, acaba sendo você.

Sofia é gente como a gente, adora um celular, sai pra balada, não desgruda do computador e das redes sociais, uma típica jovem moderna. E isso faz com que a identificação com a personagem aconteça logo de cara. Ela poderia ser eu, você ou sua melhor amiga. Sofia tem uma vida agitada e é workaholic, e, um dia, numa saída com sua melhor amiga, ela exagera na bebida e seu celular cai dentro da privada. Já era, e é aí que começa a confusão.

{Resenha} Ruína e Ascensão

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

"A capital está em ruínas. O Darkling governa Ravka de seu trono de sombras. O destino da nação parece estar nas mãos de uma Conjuradora do Sol enfraquecida, de um rastreador sem forças e do que resta do que outrora foi um grande exército mágico.  Oculta nas profundezas de uma antiga rede de túneis e cavernas, Alina está fragilizada e deve se submeter à duvidosa proteção do Apparat e de fanáticos que a adoram como uma santa. No entanto, sua esperança está em outro lugar e seus planos exigem que ela recupere as forças para sair dali o mais rápido possível. Para isso, terá de forjar novas alianças e deixar de lado as velhas rivalidades como Maly para encontrar o último dos amplificadores de Morozova. Porém, quando começa a desvendar os segredos do Darkling, ela descobrirá um passado que vai alterar para sempre a sua compreensão do vínculo que eles compartilham. O pássaro de fogo é a única coisa que separa Ravka da destruição, mas ele pode custar à Alina o próprio futuro pelo qual ela sempre lutou."
A conjuradora do Sol ainda vive! 
"A beleza era a sua armadura. Um material frágil, tudo exibição. Mas o que havia dentro de você? Havia aço. Ele é bravo e inquebrável. E não precisa de conserto."

Ruina e Ascenção é o terceiro livro da Trilogia Grisha e parte exatamente de onde seu antecessor terminou. Ravka está sobre o comando do Darkling e seu reino sombrio. A nação deposita toda fé em sua Sankta Alina, na esperança de que a Conjuradora do Sol consiga resolver todos os problemas e destruir seu inimigo. Alina, que por sua vez, encontra-se frágil em consequência ao último combate com o Darkling, vem sendo mantida sob a proteção duvidosa do Apparat e daqueles que a veneram. No entanto, a Conjuradora do Sol mantém sua mente ocupada em como conseguirá achar o Pássaro de Fogo, o ultimo amplificador, e também aquele que lhe dará o poder total para destruir o Darkling.

{Resenha} Bom Dia, Verônica

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Resumo - Bom Dia Verônica
Sinopse

Em "Bom dia, Verônica", acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. 
O Que Achei

Cruel e visceral, "Bom dia, Verônica" nos apresenta uma narrativa pesada, com um toque de realidade que nem sempre é alcançado na ficção. Verônica Tostes, nossa protagonista, é uma personagem cheia de defeitos, com uma história de vida conturbada, que acaba se envolvendo em investigações além do seu alcance, mas que por orgulho e ambição, deseja resolver sozinha. Profissional desleixada, por não gostar do cargo em que foi "encostada" como secretária de um delegado da Polícia Civil, ela também é uma mãe relapsa e esposa de fidelidade duvidosa. Tais características negativas tornam-a mais interessante como personagem, e a cada passo da história, não sabemos como exatamente ela irá reagir.